Advogado dono do imóvel onde Queiroz foi preso teria feito parte de seita que matou menino, diz site

18/06/2020 0 Por Redação Urbs Magna

Et Urbs Magna – O advogado da família Bolsonaro, Frederick Wassef, dono do imóvel onde Queiroz foi preso na manhã desta quinta-feira (18), teria sido envolvido em uma investigação sobre o sacríficio de uma criança por uma seita. A revelação é de Alberto Carlos Almeida, cientista político, que deu prints de uma edição do Jornal do Brasil em seu perfil social do microblog Twitter.

Em 1992 ocorreu no Paraná uma investigação sobre uma seita que sacrificou uma criança. Quem veio a se tornar advogado de Bolsoanro, Frederick Wassef, estava envolvido. Nesta edição do Jornal do Brasil“, escreveu Almeida em mensagem anexa.

O assunto repercutiu na imprensa. O portal Metrópoles publicou que o menino foi “identificado como Leandro Bossi” e que ele “desapareceu em 15 de fevereiro de 1992. De acordo com as investigações, foi encontrada uma fita de vídeo onde um homem ordenava que a mulher matasse “uma criancinha”. As imagens foram feitas quatro dias antes da morte.

O homem no vídeo era o argentino José Teruggi, que se autointitulava bruxo. Quando fez as gravações, ele alega ter sido incorporado por um espírito. Ele, então, teria pedido que a esposa, Valentina de Andrade, assassinasse uma criança.

Com isso, a polícia pediu a prisão temporária do casal e também de Frederick Wassef. O atual advogado de Bolsonaro, segundo o inquérito, fazia parte da seita e, ainda, abrigou Valentina no sítio em Atibaia, no qual Queiroz foi preso nesta manhã.

Frederick Wassef, mais conhecido como Fred Wassef, é advogado do presidente Jair Bolsonaro no caso Adélio Bispo, referente ao atentado à faca contra o presidente, e de Flávio Bolsonaro no esquema de “rachadinha” na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro”.

A operação que prendeu o ex-assessor do senador Flávio Bolsonaro (Republicanos-RJ), Fabrício Queiroz,  na manhã desta quinta-feira foi batizada pelos investigadores de Operação Anjo. O jornal O Globo apurou que o nome foi dado por causa do apelido do advogado Wassef. Ele era chamado de “Anjo” pelo clã bolsonarista na intimidade“.

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