Polícia armada bate à porta do jornalista Luis Nassif (GGN) para intimar sobre vídeo com críticas ao Governador do Rio Wilson Witzel

08/11/2019 1 Por Redação Urbs Magna
Polícia armada bate à porta do jornalista Luis Nassif (GGN) para intimar sobre vídeo com críticas ao Governador do Rio Wilson Witzel

Em outro vídeo, postado hoje (08) pela manhã, o jornalista relata que o Governador quer explicações sobre mídia em que é chamado de “genocida” – ASSISTA:


O jornalista Luis Nassif fez uma transmissão ao vivo nesta sexta-feira (8) revelando que dois policiais civis de São Paulo foram até sua casa na quinta-feira (7) para apresentar uma intimação do governador do Rio de Janeiro, Wilson Witzel, sobre um vídeo do jornalista em que é chamado de “genocida”. (veja abaixo)



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“O que é genocida? Genocida é o sujeito que é responsável pela proliferação de mortes instintivamente. Esse é o conceito de genocida”, explica o jornalista, que pede desculpas ao governador se a palavra o ofendeu.

Em seguida, Nassif reconhece a validade do termo e defende seu ponto de vista. “O que ele fez? Assumiu o Rio, estimulou a polícia a sair matando, foi alertado por muitos setores, especialistas, jornalistas, que isso vai estimular uma matança indiscriminada”. O jornalista também menciona que Witzel autorizou a polícia a matar no estado e que daria todo o apoio a tais episódios.


(clique na imagem abaixo)



CONTINUA APÓS A SEÇÃO ABAIXO:

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Morte de Gugu liberato, divulgada nas redes nesta quinta (21), pode ser verdade. Estado do apresentador era crítico.


CONTINUAÇÃO

“Não há diferenças entre ele e Bolsonaro, Sergio Moro… Mas continuamos aqui na trincheira dos direitos humanos, do direito a vida, e repetindo uma coisa que é de uma obviedade avassaladora: o governador Witzel é um genocida”, finaliza o jornalista, reforçando a opinião que deverá defender perante à polícia.

Os policiais que foram até a casa de Nassif são da 3ª Delegacia de Polícia de Investigações Interestaduais (Polinter) e atendem intimações de outros estados. O jornalista ligou para a delegacia para pedir esclarecimentos, e foi informado que se trata de uma intimação da Polícia Civil do Rio de Janeiro.

via Revista Fórum

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