Após Toffoli decidir pela não prisão em 2ª instância, defesa de Lula já pedirá “imediata soltura” do ex-presidente

07/11/2019 1 Por Redação Urbs Magna
Após Toffoli decidir pela não prisão em 2ª instância, defesa de Lula já pedirá “imediata soltura” do ex-presidente

Suprema Corte definiu nesta quinta-feira que cumprimento da pena só iniciará quando não houver mais recursos pendentes


Minutos depois da conclusão do julgamento do Supremo Tribunal Federal (STF), que derrubou a execução da pena após julgamento em segunda instância, a defesa do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva divulgou nota afirmando que irá pedir pela “imediata soltura” do petista.

A prisão de Luiz Inácio Lula da Silva ocorreu no dia 7 de abril de 2018, após o ex-presidente sofrer um golpe eleitoral.
Foi o primeiro ex-presidente do Brasil a ser preso

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No texto, os advogados Cristiano Zanin Martins e Valeska Martins afirmam que o julgamento finalizado na noite desta quinta-feira (7) “reforça que o ex-presidente Lula está preso há 579 dias injustamente e de forma incompatível com a lei”, como “sempre dissemos.”

“Após conversa com Lula nesta sexta-feira levaremos ao juízo da execução um pedido para que haja sua imediata soltura com base no resultado desse julgamento do STF, além de reiterarmos o pedido para que a Suprema Corte julgue os habeas corpus que objetivam a declaração da nulidade de todo o processo que o levou à prisão em virtude da suspeição do ex-juiz Sergio Moro e dos procuradores da Lava-Jato, dentre inúmeras outras ilegalidades.”


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A defesa afirmou ainda que o ex-presidente “não praticou qualquer ato ilícito” e é vítima do “uso estratégico do Direito para fins de perseguição política”.

O ex-presidente Lula depende de um aval da juíza federal Carolina Lebbos para deixar a prisão e aguardar em liberdade o julgamento de recursos no caso do tríplex de Guarujá (SP).

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