O SUICÍDIO POLÍTICO: Descartar o PSL será o fim e a queda de Bolsonaro

09/10/2019 0 Por Redação Urbs Magna
O SUICÍDIO POLÍTICO: Descartar o PSL será o fim e a queda de Bolsonaro

Se hoje fala-se em cerca de 25 o número de deputados fieis a Bolsonaro, ou seja, os que o seguiriam a qualquer partido, em um universo de 513 deputados, esse número é irrisório. O fato é que o governo Bolsonaro conta com a menos bancada parlamentar da história recente do país, para um primeiro ano de mandato. Seu projetos têm caminhado na câmara, por representarem o desejo de um grande grupo de parlamentares por uma pauta comum ao mercado financeiro, empresários e agronegócio.


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Há, no entanto, a necessidade de uma bancada realmente fiel para evitar qualquer processo de impeachment que poderia ser aberto em algum momento futuro. Outro ponto, seria uma bancada suficiente para barrar qualquer CPI que gerasse desgaste ao governo. É aqui que coisa pega, já 25 deputados é um numero ridículo, para qualquer pretensão de Bolsonaro. Pior, sua infidelidade geraria, nos demais deputados do PSL, que tem a segunda maior bancada da Câmara, o sentimento de revolta, que votariam inúmeras vezes contra o governo ou contra a pessoal do presidente.


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Há uma certeza nesse movimento, o desgaste gerado pelas irregularidades fraudulentas das campanhas do PSL, envolvendo o próprio Bolsonaro, mostra a dissolução de um partido de aluguel que se assemelha, em muito, o PRN de Collor. O conjunto de ambições pessoais egoístas é incapaz de gerar um partido e essa base parlamentar, com as mesmas características, espera somente a continuidade da queda de popularidade do governo, para virar as coisas e implodir Bolsonaro. Agora, imagina tudo isso, sem a base de um partido?

via A Postagem

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