Glenn vai mostrar como Globo e Antagonista atuaram como parceiros de Moro e Lava Jato

09/10/2019 0 Por Redação Urbs Magna
Glenn vai mostrar como Globo e Antagonista atuaram como parceiros de Moro e Lava Jato

Nas redes sociais, antes de fazer o anúncio, Glenn divulgou diversos trechos da entrevista de Gilmar Mendes no Roda Viva que ajudam a comprovar a colaboração de veículos da mídia nos abusos da Lava Jato


O jornalista Glenn Greenwald, do Intercept Brasil, afirmou nas redes sociais que, em breve, vai divulgar mais uma reportagem da Vaza Jato. O alvo, desta vez, serão dois veículos de mídia que, segundo ele, renunciaram seus papéis no jornalismo e atuaram como parceiros do ex-juiz Sergio Moro e da Lava Jato. Conforme publicações nas redes sociais, tudo indica que Glenn esteja se referindo a Globo e ao Antagonista, principal porta-voz da Lava Jato.


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No começo de sua sequência de comentários no Twitter, antes de contar que irá divulgar mais uma Vaza Jato, o jornalista fez diversas colocações sobre a participação do ministro do STF, Gilmar Mendes, no Roda Viva, que foi ao ar nesta segunda-feira (7).

“No Roda Viva ontem, Gilmar Mendes – independente do que você pensa dele – levantou pontos cruciais sobre os abusos da LJ, corrupção no Ministério Público, o papel da mídia (Globo) e como o #VazaJato expôs fatos vitais que mudaram o debate. Vale a pena ouvir os trechos chaves”, escreveu Glenn, compartilhando partes da entrevista do ministro no programa.


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Um dos trechos compartilhados por Glenn mostra Gilmar mencionando aos jornalistas do Roda Viva que os vazamentos seletivos de conteúdos da Lava Jato à Globo nunca foram investigados. “Mais sobre como o MPF, a LJ e a PF cometem crimes sistematicamente com vazamentos criminosos: muitos para a Globo/Jornal Nacional, que lucram com os frutos dos crimes dessas autoridades. E esses vazamentos criminosos – ao contrário dos “hackers” – nunca são investigados”, reiterou o jornalista.

Em outro trecho compartilhando por Glenn, a jornalista Vera Magalhães, do Estado de S.Paulo, questiona Gilmar Mendes sobre a legalidade das mensagens hackeadas e divulgadas no Intercept. Gilmar então defende que “são duas coisas” que precisam ser analisadas nesse contexto: o hackeamento em si, que será investigado, e o conteúdo das mensagens.

“Essas pessoas têm que explicar isso. Por que elas estavam roubando galinha ontem a noite? Precisam contar para todos nós o que estavam fazendo ali, porque de fato são instituições. É a Justiça Federal, as vezes a Polícia Federal, é a Receita Federal, e é o Ministério Público”, respondeu Gilmar.

Glenn então comenta que, nesse trecho, Gilmar explica “o princípio do jornalismo” aos jornalistas do programa. “Tem que separar a forma que o material foi obtido por uma fonte do conteúdo, que jornalistas tem que relatar e os tribunais analisar, sobretudo quando mostra corrupção como #VazaJato faz”.


via Revista Fórum


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