Bolsonaro pretende atacar Venezuela, Cuba e Macron em discurso na ONU correndo risco de protestos internacionais

19/09/2019 0 Por Redação Urbs Magna
Bolsonaro pretende atacar Venezuela, Cuba e Macron em discurso na ONU correndo risco de protestos internacionais

Mesmo correndo risco de ser alvo de protestos internacionais durante sua ida às Nações Unidas, em razão de posturas anticivilizatórias e da destruição da Amazônia, Jair Bolsonaro decidiu ir à abertura da assembleia-geral da ONU. Seu discurso será alinhado à política de Donald Trump, com ataques à Venezuela, a Cuba e ao francês Emmanuel Macron


Jair Bolsonaro decidiu mesmo comparecer à abertura da assembleia-geral das Nações Unidas, onde irá discursar no próximo dia 24, na abertura do evento, expondo o Brasil a um vexame sem precedentes, uma vez que até representantes diplomáticos cogitam protestar contra suas políticas e suas posturas anticivilizatórias. O discurso será totalmente alinhado com os interesses de Donald Trump e terá críticas a Cuba, Venezuela e ao francês Emmanuel Macron – um dos interesses dos Estados Unidos na América do Sul é minar o acordo para a construção dos submarinos nucleares, em parceria com a França, no Brasil.

“O discurso que o presidente Jair Bolsonaro prepara para a abertura da 74ª Assembleia Geral das Nações Unidas , no dia 24 em Nova York , terá duras críticas ao regime de Nicolás Maduro na Venezuela e Cuba como um dos pontos principais de sua fala. A defesa da soberania do Brasil sobre a Amazônia , em uma resposta ao presidente francês Emmanuel Macron, também deverá constar do texto, que está em fase de final de ajustes”, informam Jussara Soares e Daniel Guilino, em reportagem publicada no Globo.

“Ele vai apresentar o nosso país e as nossas potencialidades e vai esclarecer de uma vez por toda essas questão Brasil versus meio ambiente. O quanto o Brasil defende o meio ambiente e vem fazendo, não de agora, já há muito, um processo de sustentação ambiental que muitas vezes é desconhecido. Ou por desconhecimento da pessoa ou até por não querer divulgar o que o Brasil vem fazendo em termos de proteção”, disse o porta-voz Octavio Rêgo Barros.

via Brasil 247

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