Oposição consegue assinaturas suficientes e protocola pedido de CPI contra Moro, Dallagnol e Lava Jato

13/09/2019 3 Por Redação Urbs Magna
Oposição consegue assinaturas suficientes e protocola pedido de CPI contra Moro, Dallagnol e Lava Jato

Deputados protocolaram nesta quinta-feira (12), na Cãmara Federal, um pedido de abertura de Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para investigar ilegalidades na Operação Lava Jato, tendo por base as mensagens divulgadas pelo site The Intercept Brasil. Para que a CPI seja aberta, são necessárias 171 assinaturas, número que foi alcançado


Deputados protocolaram nesta quinta-feira (12), na Cãmara Federal, um pedido de abertura de Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para investigar  ilegalidades na Operação Lava Jato, tendo por base as mensagens divulgadas pelo site The Intercept Brasil. 


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As mensagens revelam um conluio entre as autoridades que conduziram a Operação Lava Jato e podem ter acarretado “processos corrompidos em termos de violações a garantias fundamentais e à negativa de direitos”.  

O requerimento acusa o ex-juiz Sergio Moro, hoje ministro da Justiça do governo Bolsonaro, e procuradores do Paraná de terem usado a estrutura do Poder Judiciário em proveito próprio e para fins políticos.   

Se instalada, a CPI vai investigar os crimes de fraude processual, prevaricação, advocacia administrativa e abuso de autoridade.  

Assinam o pedido de criação da CPI os deputados André Figueiredo (PDT-CE), Alessandro Molon (Rede-RJ), Daniel Almeida (PCdoB-BA), Ivan Valente (PSOL-SP), Jandira Feghali (PCdoB-RJ), Orlando Silva (PCdoB-SP), Paulo Pimenta (PT-RS) e Tadeu Alencar (PSB-PE).  

Para que a CPI seja aberta, são necessárias 171 assinaturas, número que foi alcançado.   

“A CPI tem por objetivo analisar um fato relevante que ainda não foi investigado. Esse episódio todo é muito nebuloso e até o presente momento não foi objeto de nenhuma investigação. Há um sentimento forte de que deve haver investigação e a CPI é uma ferramenta adequada para isso”, disse ao Estado o líder do PT na Câmara, deputado Paulo Pimenta (RS).


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