Chancelaria russa afirma que deterioração da estabilidade global pode provocar guerra nuclear

12/09/2019 1 Por Redação Urbs Magna
Chancelaria russa afirma que deterioração da estabilidade global pode provocar guerra nuclear

O vice-ministro das Relações Exteriores da Rússia, Sergei Ryabkov, afirmou nesta quinta-feira (12) que há um risco de guerra nuclear. “A situação relacionada à estabilidade estratégica segue piorando. Infelizmente, há o risco de uma guerra nuclear, mesmo que não haja a intenção de iniciar um conflito nuclear”, afirmou


O vice-ministro das Relações Exteriores da Rússia, Sergei Ryabkov, afirmou nesta quinta-feira (12) que há um risco de guerra nuclear. “A situação relacionada à estabilidade estratégica segue piorando. Infelizmente, é um fato, um fato que não pode ser discutido. Os riscos também estão aumentando […] há o risco de uma guerra nuclear, mesmo que não haja a intenção de iniciar um conflito nuclear”, afirmou Ryabkov.  



A Rússia tem alertado que os Estados Unidos estão colocando em risco a segurança mundial ao se retirar de acordos estratégicos ou se recusar a prolongá-los. 

A atitude norte-americana faz com que o planeta fique sem qualquer documento que regule os armamentos nucleares.   

O vice-chanceler russo também afirmou que Washington parece estar evitando trabalhar com Moscou no novo tratado de redução de armas, o START.   “As ações dos nossos colegas do Ocidente estão se tornando cada vez mais emocionais, às vezes, muito agressivas”, adicionou.  

Ryabkov se mostrou preocupado com preparos norte-americanos de testes nucleares.  “Estamos preocupados com a situação em torno do Tratado de Interdição Completa de Provas Nucleares. Após apresentar acusações injustas de violação do acordo, os EUA estão trabalhando para manter os seus campos de testes prontos para retomada de testes.”  

O Tratado de Redução de Armas Estratégicas, também conhecido como Novo START, foi assinado entre a Rússia e os EUA em abril de 2010, impondo limites à quantidade de armas nucleares utilizadas por ambos os países.  

O acordo deve expirar em 2021, entretanto, pode ser prorrogado até 2026.


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