Cristovam Buarque agora defende Dilma. Ex-senador que apoiou o golpe 2016 reconhece que ela, ao contrário de Jair Bolsonaro, jamais tentou aparelhar órgãos de controle

20/08/2019 2 Por Redação Urbs Magna
Cristovam  Buarque agora defende Dilma. Ex-senador que apoiou o golpe 2016 reconhece que ela, ao contrário de Jair Bolsonaro, jamais tentou aparelhar órgãos de controle

Cristovam critica aparelhamento dos órgãos de controle por Bolsonaro: “Preciso reconhecer: nem Lula, Dilma ou Temer, em 16 anos, interferiram para tolher a Lava Jato, controlar o MP, a Receita, a PF. Em 7 meses, o atual governo mostra interferências diretas nestes orgãos para, tudo indica, proteger interesses de aliados e familiares”, diz o ex-senador, que apoiou o golpe de 2016


O ex-senador Cristovam  Buarque, que apoiou o golpe de 2016 contra a ex-presidente Dilma Rousseff, agora reconhece que ela, ao contrário de Jair Bolsonaro, jamais tentou aparelhar órgãos de controle. Confira seu tweet e leia mais sobre a crise política em Brasília:


Preciso reconhecer: nem Lula, Dilma ou Temer, em 16 anos, interferiram para tolher a Lava Jato, controlar o MP, a Receita, a PF. Em 7 meses, o atual governo mostra interferências diretas nestes orgãos para, tudo indica, proteger interesses de aliados e familiares.— Cristovam Buarque (@Sen_Cristovam) August 19, 2019

BRASÍLIA (Reuters) – O governo federal publica nos próximas dias uma medida provisória com a mudança do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) do Ministério da Economia para o Banco Central, e a determinação de que o órgão passará a ser dirigido por servidores de carreira do próprio BC, informou nesta segunda-feira o porta-voz da Presidência, Otávio do Rêgo Barros.

“O Coaf estará sob o guarda-chuva do BC transformando-se em uma unidade de inteligência financeira, gerenciada por funcionários desse órgão”, disse o porta-voz.

A ideia de transferir o Coaf para o BC foi anunciada há 10 dias pelo presidente e serviu para solucionar o problema criado pela decisão de Bolsonaro de vetar a continuidade de Roberto Leonel, indicado pelo ministro da Justiça, Sergio Moro, na presidência do órgão.

PGR

O porta-voz disse ainda que Bolsonaro não deve anunciar na terça-feira o nome do novo procurador-geral da República, como havia prometido.

“O presidente comentou que em face do número elevado de pessoas qualificados para PGR tem tido dificuldade de fazer uma escolha. No momento adequado ele fará esse anúncio”, afirmou.

Rêgo Barros confirmou que Bolsonaro recebeu nesta segunda o procurador Lauro Cardoso, como tem recebido outros nomes cotados para o cargo.

via Reuters / Brasil 247


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