Como Macri recebeu a Argentina e como vai entregá-la ao seu sucessor: dólar – de 15 foi a 46 pesos. Inflação – de 25% para 56%

14/08/2019 1 Por Redação Urbs Magna
Como Macri recebeu a Argentina e como vai entregá-la ao seu sucessor: dólar – de 15 foi a 46 pesos. Inflação – de 25% para 56%

Dados oficiais mostram que a inflação dobrou (25% para 56%), a pobreza cresceu (30% para 34%), a indigência quase dobrou (4,5% para 8%), o desemprego ultrapassou os 10%, o dólar triplicou (15 para 46 pesos) e até o consumo de leite e carne diminuíram a níveis alarmantes


A vitória acachapante dos peronistas Alberto Fernández e Cristina Kirchner sobre Maurício Macri nas eleições prévias (PASO) certamente surpreendeu muita gente, mas um comparativo entre a Argentina de 2015, quando Cristina deixou a Casa Rosada, com a de hoje, após quase quatro anos de Macri, evidencia o porquê da larga vantagem


Um levantamento divulgado no Twitter pelo usuário Rômulo Macedo e compartilhado por diversas pessoas, como o escritor brasileiro Marcelo Rubens Paiva, traz números alarmantes. A inflação dobrou (25% para 56%), a pobreza cresceu (30% para 34%), a indigência quase dobrou (4,5% para 8%), o desemprego ultrapassou os 10% depois de 13 anos abaixo dos dois dígitos, o dólar triplicou (15 para 46 pesos), argentino toma menos leite (queda de 39%) e come menos carne (queda de 15%), o salário minimo caiu e a dívida externa disparou.

Os dados são do Instituto Nacional de Estatística y Censos de la República Argentina (Indec) e foram trazidos pela colunista Ana Prestes na semana passada. Ainda segundo Indec, quase um milhão de pessoas passam fome na Argentina de hoje, demonstrando que o custo social do projeto liberalizante de Maurício Macri foi enorme. Tanto que a Argentina viveu uma das maior greves gerais de sua história em maio deste ano.

Como Macri entrega a Argentina. pic.twitter.com/0UqNHEecuw

— Romulo Macedo (@romuloclaudiano) August 12, 2019

Alberto e Cristina atingiram 47% dos votos nas eleições prévias contra 32% do atual presidente. O percentual garantiria a vitória em primeiro turno dos kirchneristas nas eleições de outubro.

via Revista Fórum

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