[Video] Golpe de Estado Bolsonaro/Trump na Venezuela ‘mercantilizará’ a Educação e dará fim a um nível de Ensino que supervaloriza professores com foco na Soberania, diz Governo Nicolás Maduro

19/01/2019 1 Por Redação Urbs Magna
[Video] Golpe de Estado Bolsonaro/Trump na Venezuela ‘mercantilizará’ a Educação e dará fim a um nível de Ensino que supervaloriza professores com foco na Soberania, diz Governo Nicolás Maduro

O Governo da Venezuela, através de campanha de sua Imprensa Presidencial, lançou um vídeo onde enfatiza a valorização dada à Educação por meio do investimento no nível de seus professores e da manutenção de todos os seus métodos, desde que foram implantados pelo saudoso Hugo Chávez e que vêm sendo continuados e aperfeiçoados por Nicolás Maduro.

Assista ao vídeo da Imprensa Venezuelana ao final desta matéria

O país (que tem sido vitimado desde os anos de Chávez até a atualidade com Maduro por bloqueios econômicos impostos pelos blocos de países do primeiro mundo como os EUA) não abre mão de sua soberania nacional e luta bravamente por sua maior riqueza que todos querem tomar: o petróleo. Para quem não sabe, a Venezuela tem a maior reserva petrolífera do planeta, com 297 bilhões de barris, tendo se situado à frente da Arábia Saudita, que conta com 266 bilhões de barris, e de países como Irã ou Kuwait, segundo dados da Organização de Países Exportadores de Petróleo (Opep) em 2016.

A principal consequência da altereção da articulação da balança comercial venezuelana, por meio das limitações das importações e exportações, é o desabastecimento dos bens de consumo, em especial os alimentos, gerando desemprego, violência e, o pior de tudo, muita Fake News assim como aconteceu na campanha de Jair Bolsonaro.

Mas diferentemente do nosso vizinho, que resiste bravamente às mentiras contadas por infiltrados na nação bolivariana, fomos derrotados por elementos com interesses capitalistas internacionais que influenciaram fortemente os gestores de nossa economia desde que estes tomaram e usurparam o poder ao destituir a presidenta legitimamente eleita Dilma Rousseff.

A partir de então, os mais antenados com as falcatruas ocorridas na nossa própria justiça acompanharam todo o lawfare contra o ex-presidente Lula e o Partido dos Trabalhadores na clara intenção de desmoralizá-los para transformar a opinião popular e mudar o curso das eleições 2018. Conseguiram. Os mentecaptos se deixaram enganar e elegeram Jair Bolsonaro, o candidato mais mentiroso que já circulou em campanhas presidencialistas deste Brasil. Mas como Nelson Rodrigues já dizia, “os idiotas vão tomar conta do mundo; não pela capacidade, mas pela quantidade. Eles são muitos.”

Elegeram o cara que dizia que iria dar cabo à corrupção e ‘acabar com a petezada‘, além de ‘expulsar os ‘vermelhos’ do Brasil‘. Pura demagogia. Estão atolados na lama da corrupção até o pescoço… e ‘Lula está preso, Babaca!‘ (preso político – a esquerda tomou, para si, esta afirmação cujo sentido causa mais efeito do que para a direita), de onde somente sairá por meio de um levante popular.

Inacreditável! A soberania nacional alcançada por Lula foi destroçada pelos ultradireitistas com o apoio de um povo sem noção que acredita em mula-sem-cabeça ( – Já conversou com um eleitor de Bolsonaro? ) De onde tiraram esta ideia de ‘Mito’? Em verdade, o mundo vê o ‘Mico’ que o Brasil está pagando desde a eleição fake. E agora querem dar uma maozinha aos EUA, com relação ao nosso vizinho chavista.

Mas leia a tradução da campanha de Nicolás Maduro. É de causar inveja aos sociólogos e educadores brasileiros que estão do lado certo da história:

José Simón: Hoje temos a oportunidade de estudar

PRENSA PRESIDENCIAL·SEXTA-FEIRA, 18 DE JANEIRO DE 2019
Caracas – A educação é reconhecida como fundamental por todas as nações que conhecem o poder libertador existente na mesma.
José Simón León é um jovem professor, da República Bolivariana da Venezuela, que leciona na Escola Técnica Industrial Lino Gallardo, sob a direção de Giovanna Torcat.
Desde minha infância fui motivado a ensinar aos meus amigos tudo o que aprendí. Nascí em uma casa humilde, no bairro Niño Jesús, a oeste da capital, na paróquia de Sucre“, diz José.
Aos 35 anos de idade, este jovem Técnico Sênior duplamente graduado sabe que as dificuldades sempre apontam para oportunidades de sucesso.
Durante a quarta república, as deficiências foram muitas. As dificuldades e limitações não me permitiram terminar o ensino médio no tempo normal. Mas graças à iniciativa do Comandante Chávez, quando ele criou a Missão Ribas, eu consegui completar essa etapa“, afirmou.
O professor Simón León não só aproveitou a oportunidade concedida por Hugo Chávez como também continuou com os estudos por meio dos cursos oferecidos pela Missão Sucre, assim graduou-se na TSU Projeto Participação e Gestão
Ao mesmo tempo, o jovem venezuelano ingressou em cursos de Estudos Políticos do Governo na UBV, obtendo o grau de licenciatura. A partir daí, ele continuou a transmitir todo o conhecimento que adquiriu nas comunidades e setores populares por onde aprendeu em oficinas. E foi quando seu amor, por querer ensinar a juventude, aumentou enormemente.
“Fui ajudado pela Missão Simon Rodriguez, criada pelo Ministério da Educação, que me ajudou a me formar como professor de Ensino Técnico e Profissional.
José Simón León possui dois títulos universitários. O Professor motiva insistentemente os venezuelanos a acreditarem nas políticas educacionais do governo nacional da Venezuela. Ele sabe que quando um governo capitalista toma o poder, a educação passa a ter prioridade comercial.
Se houvesse um governo ideológico de direita na Venezuela, seria difícil e complicado ter uma educação gratuita como a que temos agora.”
No que diz respeito aos países que insistem na aplicação de medidas que tentam desacreditar a democracia e a soberania venezuelana, ele afirma: “Hoje temos a oportunidade de buscar estudos e há pessoas graduadas com diferentes ideologias políticas, pois na Venezuela a democracia é garantida” Os venezuelanos entendem que a educação é primordial porque dá um sentimento de respeito aos valores e símbolos nacionais; aqueles que os identificam como povo da Venezuela e que lhes dá o poder de criar e empreender.
Isso faz José Simón León recordar as palavras do Maestro Simón Rodríguez:
“Enseñen, y tendrán quien sepa; eduquen, y tendrán quien haga.”

Imprensa presidencial / Eduardo Hueck

Tradução: Dino Barsa

Leia o original em sua página no Facebook:

Posted by Prensa Presidencial on Friday, January 18, 2019

ASSISTA AO VÍDEO DA CAMPANHA EDUCACIONAL DE MADURO:

Leia sobre as 10 ações desestabilizadoras dos EUA contra o Governo Venezuelano

Dino Barsa para o Et Urbs Magna

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