AVALANCHE – 00 21’28”

17/01/2019 1 Por Redação Urbs Magna

Diante do decreto do presidente Jair Bolsonaro, que flexibiliza a posse de armas de fogo, produtores do CURTA-METRAGEM ‘AVALANCHE’ postam o vídeo como uma forma de provocar uma discussão sobre os riscos que a medida pode trazer para todos nós.

ASSISTA ao CURTA-METRAGEM na íntegra (00 21’18”)
Saiba mais sobre a produção mais abaixo

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O filme discute a cultura da violência arraigada em nossos costumes como uma tradição que nos acompanha há muitos séculos e que continua a ser aceita e alimentada por uma parcela da sociedade nos dias atuais.

O “Avalanche” acabou de ser selecionado para a 6ª edição do Noida International Film Festival, na Índia, com estreia internacional prevista para o próximo dia 25 de janeiro.

“Este é um curta-metragem que discute a cultura da violência. Uma violência arraigada em nossos costumes como uma tradição que nos acompanha há muitos séculos. E continua a ser aceita e alimentada por uma parcela da sociedade nos dias atuais. A produção do ‘Avalanche’ foi realizada em 2016, com inspiração em muitos episódios reais ocorridos em cidades do interior nordestino. Desde então temos nos deparado com tantas notícias de outras tragédias semelhantes. Uma história que continua a se repetir”, diz Leandro Alves, diretor da película.

Algo assim deve ser repercutido, posto em pauta e rediscutido de novo e de novo. Pois a vida vale o tempo que se investe.

Fruto disso, o “Avalanche” – que tem execução direta do Núcleo do Audiovisual de Arapiraca (Navi) – já fez participações importantes em eventos do segmento pelo Brasil, como no ano passado no 29º Festival Internacional de Curtas-Metragens de São Paulo e até recebendo menção honrosa na Mostra Nacional Competitiva do 2º Festival de Cinema de Paranoá e destaque de Direção de Arte e Desenho de Som na 2ª Mostra Sesc Alagoas. Ainda em 2018, conquistou o prêmio de Melhor Filme pelo Júri Popular no Festival do Cinema Brasileiro de Penedo. Já em 2017, ele levou o prêmio de Melhor Contribuição Técnica na 8ª Mostra Sururu de Cinema Alagoano. Uma bola de neve. Uma avalanche “levando” tudo.

Sinopse

O filme em si fala de um panorama que vem conquistando e invadindo os interiores pelo país: a chegada incontestável e sorrateira da violência. O enredo fala do conflito entre o arcaico e o novo, tradição e modernidade.

É que uma família tem sua casa invadida por assaltantes na noite da festa religiosa em homenagem à padroeira da cidade em questão. O incidente desestabiliza a todos, trazendo à tona instintos ancestrais em cada um deles.

As cenas foram gravadas no povoado Sítio Fernandes, zona rural de Arapiraca, e também no Centro da cidade, contando com mais de 50 pessoas na equipe de Leandro Alves, que já tem na bagagem o curta “Flamor” e os documentários “Salão dos Artistas” (ao lado de José Faustino Neto), “Estrelando José Sawlo” e “Hoje Tem Espetáculo”.

Fonte: Ascom Arapiraca

A produção foi realizado em 2016, com inspiração em muitos episódios reais ocorridos em cidades do interior nordestino. Desde então temos nos deparado com muitas notícias de outras tragédias semelhantes – uma história que continua a se repetir.

SINOPSE:

Interior do agreste alagoano. Uma família tem sua casa invadida por assaltantes. O incidente desestabiliza a todos, trazendo à tona instintos ancestrais em cada um deles.

Interior of Alagoas state wilderness. A family has their house invaded by robbers. The incident destabilizes everyone. bringing to the ancestral instincts in each of them.

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