Filha de Michel Temer diz que vai votar no Haddad no segundo turno

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Et Urbs Magna, 11 de outubro de 2018, 22:15 GMT


Filha de Temer declara apoio a Haddad no segundo turno

Luciana foi secretária municipal de Assistência Social na gestão do petista em São Paulo


Da Folha de São Paulo – Em uma rede social, Luciana postou uma foto com Haddad durante uma inauguração e escreveu: “Esse homem nunca me pediu que atendesse a nenhuma pressão política, fosse do partido que fosse. E não eram poucas. Ao contrário. Sempre me disse para fazer o que achasse certo”.

A filha mais velha de Temer conclui a legenda no Instagram com a hashtag #NAOsouPTmassouHADDAD (“não sou PT, mas sou Haddad”).

Luciana leciona na Faculdade de Direito da PUC-SP e na Uninove, além de ser diretora-presidente do Instituto Liberta, ONG de combate à exploração sexual infantil.

No primeiro turno, ela já havia postado apoio à campanha “Ele Não”, de oposição a Jair Bolsonaro (PSL).

Sua irmã Maristela Temer endossou a manifestação: “Muito bem irmã! #admiraçãomaster”, disse nos comentários.

A sucessão presidencial tem dividido os parentes de Temer. A advogada Fernanda Tedeschi, irmã da primeira-dama Marcela e cunhada do Presidente, curtiu no fim de semana da eleição postagens no Instagram simpáticas a Bolsonaro.

Uma delas, do perfil “Bolsogatas”, mostrava uma mulher usando uma camiseta com o rosto do capitão reformado. Outra foto tinha a expressão “Ele Sim”.

Fernanda também publicou uma mensagem ilustrada com bandeiras do Brasil. Nela estava escrita a frase “a imprensa brasileira é suja”, acompanhada de emojis de fezes.

O texto principal era: “Que neste 7 de outubro deixemos de ser tão 12 de outubro e sejamos mais 7 de setembro, pois só com muito 1º de maio o nosso Brasil não será um eterno 1º de abril”.

As datas se referiam, respectivamente, ao dia da votação, ao Dia da Criança e de Nossa Senhora Aparecida, ao feriado da Independência do Brasil, ao Dia do Trabalhador e ao dia da mentira.

Procurada por email, Fernanda não respondeu à Folha sobre apoio ao postulante do PSL.

Karlo Tedeschi, também irmão de Marcela Temer, compartilhou na semana da eleição uma montagem com o rosto de Bolsonaro e do então candidato do MDB ao governo de São Paulo, Paulo Skaf.

O título da imagem: “Skaf declara apoio a Bolsonaro no segundo turno e afirma que a vitória no primeiro turno seria bom para o Brasil”.

“Rumo à vitória”, colocou na legenda do Instagram.

O irmão da primeira-dama, que em 2016 cogitou ser candidato a vereador em Paulínia (SP), apagou a postagem nesta semana.

Karlo também excluiu uma foto em que ele próprio aparecia cumprimentando Skaf.


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3 thoughts on “Filha de Michel Temer diz que vai votar no Haddad no segundo turno

  1. PARECE QUE NEM TUDO ESTÁ PERDIDO.O MUNDO AINDA MERECE UM VOTO DE CRÉDITO! O COISA RUIM NÃO CONSEGUIU CONSPURCAR SUA FILHA!! PARABENS

  2. BOZÓHITLER FOI O QUE MAIS VOTOU A FAVOR DAS MEDIDAS ANTI POVO DO GOLPISTA TEMER.
    Brasília – Partido do presidenciável Jair Bolsonaro, o PSL foi a legenda mais fiel ao governo Michel Temer em votações na Câmara dos Deputados ao longo do primeiro semestre deste ano. Levantamento da consultoria Arko Advice mostra que os parlamentares da sigla – atualmente oito, incluindo Bolsonaro – acompanharam o governo em 67,73% das votações. Em seguida aparece o MDB (64,34%) – partido de Temer, que tem como pré-candidato ao Palácio do Planalto o ex-ministro da Fazenda Henrique Meirelles.

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    O comportamento do PSL contrasta com as críticas que o presidenciável vem fazendo ao atual governo. Foram analisadas 107 votações de interesse do Planalto. O PSDB, do pré-candidato Geraldo Alckmin, aparece como terceiro mais alinhando ao governo, com um índice de 63,05% das votações.

    Os demais partidos com pré-candidatos na corrida presidencial aparecem com índices menores que 30%. O PDT de Ciro Gomes, por exemplo, acompanhou o governo em apenas 23% das votações, enquanto a Rede, de Marina Silva, em 18,4%, e o PT, em 5,27%.

    O PSL votou com o governo, por exemplo, na lei que permitiu a venda direta de petróleo do pré-sal – todos seus oito deputados disseram sim à medida. Votaram contra PSB, PDT e PCdoB, enquanto PT, PSOL e Rede obstruíram a votação.
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    A proposta aprovada permite a venda direta do petróleo de propriedade da União extraído do pré-sal. Até então, a estatal Pré-Sal Petróleo S/A (PPSA), criada para administrar a produção, era obrigada a contratar empresas especializas para intermediar essa comercialização. O partido também derrubou, junto com o governo, destaques sobre a cessão onerosa da Petrobrás.

    Os deputados do PSL também votaram com Temer na abertura de crédito especial de R$ 439,5 milhões a diversos órgãos do Executivo. Nessa matéria, PT, PCdoB, PSOL e Rede obstruíram a votação. Já na aprovação do texto-base do cadastro positivo, apenas três deputados do PSL votaram “sim” com o governo. A matéria passou com 273 deputados favoráveis e 150 contrários. Procurado, o líder do PSL na Câmara, deputado Delegado Francischini (PR), não foi localizado pela reportagem.

    De acordo com a consultoria, o índice de fidelidade ao governo na Câmara vem diminuindo desde que Temer assumiu, em maio de 2016. Era de 57,27% e caiu para 47,27% no primeiro semestre deste ano. Para o cientista político da Arko Advice Cristiano Noronha, o dado evidencia o desgaste do governo. “Temer chegou forte, mas há um desgaste em que ele sofreu ao ter de evitar duas denúncias (apresentadas pela Procuradoria-Geral da República). É um governo que tem um índice de popularidade baixo e que não tentará a reeleição”, afirmou.

    Orientação

    Levantamento feito pelo Estadão/Broadcast também apontou que o PSL foi o que mais liberou seus deputados nos últimos dois meses para que votassem como quisessem em projetos considerados importantes pelo governo, principalmente na área econômica, como a cessão onerosa da Petrobrás, a aprovação de crédito de quase R$ 1 bilhão para ministérios e a privatização de distribuidoras de energia da Eletrobrás no Norte e Nordeste.

    Desde abril, quando aumentou sua bancada, as orientações de posicionamento do PSL durante as votações eletrônicas caíram mês a mês – em abril, a sigla orientou 86% das votações eletrônicas: 24 de um total de 28. Em maio, essa participação caiu para 64%, chegando a 52% em junho e 37% em julho. PT, MDB, PSDB e DEM orientaram em 100% das votações.

  3. Pode até ser…MAS o bozó foi o que mais votou com Temer contra os direitos trabalhistas, congelando nossa Saúde e Educação por 20 anos.

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