SIM, O PROBLEMA É O MENTECAPTO QUE NEM SABE O QUE É SOBERANIA E VAI À URNA GARANTIR SUA IGNORÂNCIA

06/10/2018 0 Por Dino Barsa
SIM, O PROBLEMA É O MENTECAPTO QUE NEM SABE O QUE É SOBERANIA E VAI À URNA GARANTIR SUA IGNORÂNCIA

Et Urbs Magna, 06 de outubro de 2018, 10:00 GMT


‘Fé cega, faca amolada’ – O termo vem a calhar por motivo óbvio: traduz a crença extremada e sua consequência avassaladora.

A facada no ‘coiso’ foi rapidamente atestada como um caso comum de transtorno mental… e não se fala mais nisso. Nem vem a este caso. O cenário mudou, mas antes disso uma nova sociologia cadastrou e patenteou uma estranha tribo urbana que não se sabe ao certo como se formou. Vejamos:


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O que aconteceu com nossa compreensão política?


Por Dino Barsa

Não peço desculpas mais para falar o que direi. E criei coragem para registrar a afirmativa a seguir quando ví o Boulos no debate da Globo dizer o que disse e, ainda que com pitadas de teatralização, demonstrar toda aquela preocupação com as Eleições 2018. Mas o fato é que ele estava certíssimo. Então vou polarizar. Para quem vota no ‘coiso’ só há a seguinte explicação: ou o sujeito é muito rico ou é muito burro.

Calma aí, se te ofendí. Se você vai mesmo votar no ‘coiso’, das duas uma: ou você é mesmo rico ou é mesmo burro, e eu só estou dizendo a verdade – não estou mentindo. Não o estou agredindo, mas sendo verdadeiro em minha intenção de usar empatia para tentar compreendê-lo. E revelo a você que eu serei um dos homens mais felizes da Terra se esta compreensão vier. Mesmo que você não acredite, e decerto não acredita mesmo, leia até o fim. Se você conseguir ultrapassar a linha abaixo, estará caminhando para a sabedoria.


Parabéns se chegou até aqui. E até aqui também chegou a grande maioria que não vai votar no ‘coiso’. Porque quem aderiu ao #EleNão, já estava simpatizando com esta minha fala de agora e certamente também se indigna com a estranheza desta nova tribo brasileira que não sabemos como surgiu; de onde veio. Se foi desenterrada e exumada de seu próprio coração ou se foi abduzida de sua própria incapacidade cognitiva.

No caso da abdução, a transposição de um cenário à outro é insensível. Simplesmente, a tribo do ‘coiso’ foi arremessada a um cenário qualquer de uma ocasião qualquer, sem sentir. Mesmo que este cenário tenha sido montado com interesses claros para a exploração da paixão irracional desta tribo. Ou seja, a tribo foi formada por pessoas que já estavam querendo tocar um foda-se e aí chegou o ‘coiso’ pra dar um baita empurrão. E exagerou.

Ainda que esta tribo se sinta politizada tendendo para a direita extrema, ela é composta por apolíticos flutuando em sua total ignorância para confundir tudo, e confundem a si próprios e a todos nós. Chamo-os tribo mas nem têm a organização mínima necessária pois vagam hipnotizados pelo charme de quem teve coragem de extravasar sentimentos idênticos aos seus

Há uma nova sociologia no ensaio, que já apontou no horizonte e agora se encontra à pino. O ‘coiso’ está no tubo e é fenômeno mundial estando associado a tudo o que é repugnante e atrasado. Mas como foi que chegamos a este ponto? É aqui que eu queria chegar. Vamos estudar e entender isso? Infelizmente, os apaixonados do fenômeno ‘coiso’ sequer entenderam o que eu disse e se confundiram no caminho até aqui. Se houver algum remanescente ainda, a esta altura das linhas, me envie uma mensagem. Arrisco dizer que ninguém me mandará mensagem alguma.

A NOVA TRIBO URBANA

Juntaram-se ao falador mais gaiato que já vi, ao ‘o coiso’, todas as pessoas que estavam irritadiças com ‘não sei o que’; nem eles e nem eu o sabemos. E a culpa pode mesmo ser do próprio Lula.

Calma aí, militância. Sou progressista também… Então, vamos aos fatos?

Há poucos dias li que o núcleo que embasa a classe de apoiadores do ‘coiso’ é formado por pessoas que se beneficiaram de programas sociais implantados nos governos petistas, revelou um estudo. Traduzindo: Lula elevou um sem número de pobres à classes mais razoáveis dando-lhes algumas poucas posses e garantindo-lhes, definitivamente,  que suas necessidades mais básicas fossem satisfeitas. E foi justamente a partir daí que surgiu um grande problema.

Saciada aquela sede social, alimentados aqueles corpos famintos e renovados aqueles espíritos fatigados, restavam suas mentes vazias, que agora não tinham mais as mesmas preocupações relacionadas à sobrevida. As carências em si já não faziam sentido. E sem motivo para se preocupar, a natureza de cada um iniciou uma busca acelerada e inconsciente do próprio ego ainda desconhecido e perdido na quase infinita malha neurológica.

E o Facebook foi o grande analista desta nova classe emergente. O ‘quem sou eu?” de cada um foi identificando seus grupos sociais preferidos. As vozes ficaram firmes, digo o tom das conversas, e qualquer assunto ganhava status de ideologia ao menor sinal de viralização. Os memes se transformaram nos símbolos a serem seguidos a partir das conclusões terapêuticas e dos laudos dos especialistas. Ou seja, fuderam com tudo. Se o que era inimaginável se materializava com facilidade, imagine o poder bélico do que já estava implantado na consciência coletiva. O estrago moral estava sendo delineado e iniciou seu movimento mais sutil.


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