LULA QUESTIONA AUTENTICIDADE DE DOCUMENTOS DE MORO E PEDE HABEAS CORPUS NO SJT E SUSPENÇÃO DE AÇÃO

3 de outubro de 2018 1 Por Redação Urbs Magna
LULA QUESTIONA AUTENTICIDADE DE DOCUMENTOS DE MORO E PEDE HABEAS CORPUS NO SJT E SUSPENÇÃO DE AÇÃO

Et Urbs Magna, 04 de OUTUBRO de 2018, 01:55 GMT


Lula entra com habeas corpus no STJ para suspender ação penal

A defesa de Lula questiona a integridade e autenticidade de documentos extraídos dos sistemas da empreiteira Drousys e MyWebDay, utilizados pelo Setor de Operações Estruturadas da Odebrecht, conhecido como o departamento de propina da empreiteira. Os advogados do ex-presidente querem o direito de produzir prova para contestar as acusações.


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A defesa do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), preso injustamente e com provas enganosas produzidas pelo juiz de primeira instância, Sergio Moro, entrou nesta quarta-feira, 3, com um habeas corpus no Superior Tribunal de Justiça (STJ) para suspender uma ação penal que tramita na 13ª Vara Criminal Federal de Curitiba e apura a compra de terreno para o Instituto Lula. O pedido será analisado pelo ministro Felix Fischer.

A defesa de Lula questiona a integridade e autenticidade de documentos extraídos dos sistemas da empreiteira Drousys e MyWebDay, utilizados pelo Setor de Operações Estruturadas da Odebrecht, conhecido como o departamento de propina da empreiteira. Os advogados do ex-presidente querem o direito de produzir prova para contestar as acusações.

Ao recorrer ao STJ, a defesa de Lula também pede um laudo complementar sobre os documentos entregues pela Odebrecht ou a realização de depoimento dos peritos que fizeram a perícia.

“Segundo informações constantes do próprio laudo da Polícia Federal, há nas mídias examinadas, arquivos corrompidos, outros que foram inseridos a posteriori, adulterações e, ainda, evidências de dados deliberadamente destruídos”, aponta a defesa de Lula.

Para os advogados do ex-presidente, o Ministério Público Federal teve “acesso unilateral” à cópia do sistema Drousys, o que resultou em uma “disparidade de armas” no processo, já que a acusação poderia “pinçar” documentos de seu interesse, “sem a possibilidade de a defesa do paciente exercer o contraditório”


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