LULA PEDE QUE FACHIN RECONSIDERE VOTO NO STF CONTRA SUA CANDIDATURA E NÃO AFRONTE A ONU

BRASIL ELEIÇÕES 2018 Golpe 2016 Julgamento de Lula JUSTIÇA Lawfare Lula Lula na ONU MUNDO NEWS NOTÍCIAS operação lava jato OPINIÃO POLÍTICA Sérgio Moro e Lula

Et Urbs Magna, 08 de setembro de 2018, 23:55GMT


Defesa de Lula entra com novo recurso para tentar garantir sua candidatura

Os advogados do ex-presidente Lula pedem que o ministro Edson Fachin, relator da Operação Lava Jato no STF, reconsidere decisão da última quinta-feira (6), quando o ministro voltou atrás e afrontou determinação da ONU. Caso Fachin não reforme a decisão anterior, a defesa pede que o recurso seja apreciado pela Segunda Turma do STF


whatsapp  Receba nossas atualizações no WhatsApp


Do Nocaute – No julgamento em que rejeitou o pedido de candidatura de Lula, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) deu prazo até 11 de setembro para o PT substituir o ex-presidente da cabeça de chapa da disputa pelo Palácio do Planalto.

Fachin, que no julgamento no TSE foi o único a votar a favor da candidatura de Lula, ocasião em que considerou válido o argumento sobre a decisão da ONU, mudou de ideia em curtíssimo espaço de tempo e afirmou poucos dias depois no STF que a liminar do organismo internacional é válida somente no âmbito eleitoral, não servindo para suspender os efeitos de uma condenação criminal.

Os advogados de Lula querem que Fachin reveja a decisão ou leve o caso para a Segunda Turma, colegiado composto por cinco ministro do STF, que julga os recursos da Lava Jato.

A defesa também pede que a Segunda Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) julgue “com urgência” a suspensão da inelegibilidade do ex-presidente. O recurso foi protocolado na Suprema Corte nesta sexta-feira (7).

Na última semana, a defesa do ex-presidente apresentou outros três pedidos ao Supremo, sendo que dois foram negados – um pelo ministro Fachin e outro pelo ministro Celso de Mello.

Lula está preso desde 7 de abril na Superintendência da Polícia Federal, em Curitiba, onde cumpre pena de 12 anos e um mês imposta pelo Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF4) no caso do triplex no Guarujá, em São Paulo.

Anúncios

Deixe uma resposta

This site uses Akismet to reduce spam. Learn how your comment data is processed.