LULA PEDE QUE FACHIN RECONSIDERE VOTO NO STF CONTRA SUA CANDIDATURA E NÃO AFRONTE A ONU

8 de setembro de 2018 0 Por Redação Urbs Magna
LULA PEDE QUE FACHIN RECONSIDERE VOTO NO STF CONTRA SUA CANDIDATURA E NÃO AFRONTE A ONU

Et Urbs Magna, 08 de setembro de 2018, 23:55GMT


Defesa de Lula entra com novo recurso para tentar garantir sua candidatura

Os advogados do ex-presidente Lula pedem que o ministro Edson Fachin, relator da Operação Lava Jato no STF, reconsidere decisão da última quinta-feira (6), quando o ministro voltou atrás e afrontou determinação da ONU. Caso Fachin não reforme a decisão anterior, a defesa pede que o recurso seja apreciado pela Segunda Turma do STF


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Do Nocaute – No julgamento em que rejeitou o pedido de candidatura de Lula, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) deu prazo até 11 de setembro para o PT substituir o ex-presidente da cabeça de chapa da disputa pelo Palácio do Planalto.

Fachin, que no julgamento no TSE foi o único a votar a favor da candidatura de Lula, ocasião em que considerou válido o argumento sobre a decisão da ONU, mudou de ideia em curtíssimo espaço de tempo e afirmou poucos dias depois no STF que a liminar do organismo internacional é válida somente no âmbito eleitoral, não servindo para suspender os efeitos de uma condenação criminal.

Os advogados de Lula querem que Fachin reveja a decisão ou leve o caso para a Segunda Turma, colegiado composto por cinco ministro do STF, que julga os recursos da Lava Jato.

A defesa também pede que a Segunda Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) julgue “com urgência” a suspensão da inelegibilidade do ex-presidente. O recurso foi protocolado na Suprema Corte nesta sexta-feira (7).

Na última semana, a defesa do ex-presidente apresentou outros três pedidos ao Supremo, sendo que dois foram negados – um pelo ministro Fachin e outro pelo ministro Celso de Mello.

Lula está preso desde 7 de abril na Superintendência da Polícia Federal, em Curitiba, onde cumpre pena de 12 anos e um mês imposta pelo Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF4) no caso do triplex no Guarujá, em São Paulo.

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