ODEBRECHT TINHA ‘PAGADOR DE PROPINAS’ DESDE 1990, ANO DO PMDB EM TRÂNSITO PARA PRN E PSDB, MAS QUEM TÁ PRESO É O LULA

6 de agosto de 2018 0 Por Redação Urbs Magna
ODEBRECHT TINHA ‘PAGADOR DE PROPINAS’ DESDE 1990, ANO DO PMDB EM TRÂNSITO PARA PRN E PSDB, MAS QUEM TÁ PRESO É O LULA

Marcelo Odebrecht depôs nesta segunda (6) ao juiz federal Sergio Moro, quando disse que a empresa tinha responsáveis pelo “setor de propinas” desde 1990


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O ex-presidente da Odebrecht, Marcelo Odebrecht, afirmou, nesta segunda (6), em depoimento ao juiz federal Sérgio Moro, que a empresa mantinha um funcionário responsável pelo pagamento de propinas desde 1990. Segundo o empresário, o departamento de Operações Estruturadas da empresa foi criado por Hilberto Mascarenhas, funcionário colocado por Marcelo na função de gerenciar as propinas, em 2005, por iniciativa do funcionário, que passou a fazer um controle dos pagamentos, sem autorização do comando da empresa.

“Nos anos 1980, os pagamentos não contabilizados eram feitos dentro dos próprios projetos. Mas aquele modelo era arriscado e contaminava a contabilidade como um todo. Pensava-se que pessoas estavam roubando a empresa dentro da própria empresa. Então, a partir de 1990, decidiu um modelo em que os pagamentos não contabilizados passariam a ser feitos todos por doleiros e teriam pessoas responsáveis por isso no grupo.

Desde então, sempre tivemos uma pessoa responsável por repassar recursos aos doleiros. A última pessoa foi o Hilberto, que fazia a mesma coisa que as outras pessoas faziam, ele pediu a criação de um departamento. Essa foi a única mudança. Mas ele passou a fazer alguns controles e sistemas que ninguém na empresa sabia e a abrir contas de pagamentos, que não era para ser feito, porque era feito por doleiros”, afirmou. “Hilberto não deveria saber quem era o beneficiário e qual o centro de custos. Ele sabia muito mais do que deveria saber. Não era para haver controle, mas ele fez”, acrescentou.

Odebrecht prestou depoimento como réu em ação penal relativa à 26ª fase da Operação Lava Jato, que apura a existência de sistemas para o gerenciamento de propinas dentro da empresa, por onde foram efetuados pagamentos ao casal de publicitário João Santana e Mônica Moura, responsáveis por campanhas eleitorais do PT e de aliados do partido em outros países.


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