ACREDITE: BOLSONARO DEFENDEU OS ASSASSINOS DE 21 TRABALHADORES RURAIS SEM TERRA NOS CARAJÁS

15 de julho de 2018 2 Por Redação Urbs Magna
ACREDITE: BOLSONARO DEFENDEU OS ASSASSINOS DE 21 TRABALHADORES RURAIS SEM TERRA NOS CARAJÁS

Quem tinha que estar preso era o pessoal do MST (Movimento dos Sem Terra), gente canalha e vagabunda. Os policiais reagiram para não morrer


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MAIS UMA VEZ, UMA MOSTRA QUE SUA RETÓRICA ESTÁ EM CONSONÂNCIA COM LATIFUNDIÁRIOS GOLPISTAS


PIOR AINDA: PESSOAS QUE SÃO PROLETÁRIAS, DEPENDENTES DO PRÓPRIO TRABALHO PARA VIVER, VOTARÃO NELE


Na última sexta feira, dia 13 de julho, em Eldorado dos Carajás, o candidato Jair Bolsonaro defendeu os policiais assassinos, presos pela morte de 21 trabalhadores rurais sem-terra. Muitos foram mortos com tiros à queima-roupa.

Além dos que perderam a vida, mais de 60 foram feridos e, ainda hoje (32 anos depois) carregam sequelas do dia em que foram alvejados por policiais militares comandados pelo coronel Mário Pantoja, condenado a 228 anos de prisão.

Mostrando todo o ódio da burguesia contra os trabalhadores, Jair Bolsonaro anunciou: “Quem tinha que estar preso era o pessoal do MST (Movimento dos Sem Terra), gente canalha e vagabunda. Os policiais reagiram para não morrer”.

Que tipo de reação policial é essa que vitima fatalmente de uma só vez 21 e fere 60? Mas Bolsonaro, de imediato, foi aplaudido por um grupo de policiais que acompanhava o comício.

Um dia antes, no município de Marabá, durante jantar para produtores rurais e policiais, o candidato da extrema direita disse que, se eleito, vai tirar o Estado do “cangote” dos ruralistas, “segurar” as multas ambientais e aumentar a repressão aos trabalhadores sem terra.

Nas atividades políticas que a esquerda considerou fascistas no final de semana, o presidente da União Democrática Ruralista (UDR), Luiz Antonio Nabhan Garcia, reforçou a política da extrema direita fazendo o seguinte pedido ao presidenciável: “Bolsonaro, aqui o recado da classe produtora é direto – procuramos um presidente que não nos atrapalhe e não nos persiga”, disse numa clara ameaça aos movimentos de luta dos trabalhadores no campo e instituições inclusive governamentais.

Quando o senhor se tornar presidente, vê o que fará com essa gente da Funai, do Ibama, do Ministério Público, que não respeita a propriedade privada, continuou Nabhan. Com tais declarações fica escancarado o avanço do golpe de Estado, ficando mais claro que latifundiários, grileiros, e grandes indústrias do agro-negócio querem tomar conta das terras brasileiras, atacando as pessoas que nelas trabalham e suas organizações.

É preciso ter cuidado com as mentiras que nos são contadas. O MST tem doutrina e organização a nível internacional. O Brasil tem pessoas antiprogressistas que não estão nem aí para a soberania do país. Um pequeno grupo quer dominar tudo. Por isso, é preciso acabar com o latifúndio improdutivo. É preciso distribuir as terras para quem nelas trabalham e lutar pelo direito de autodefesa dos trabalhadores do campo derrotando o golpe de Estado que é apoiado pelo latifúndio.

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