GLOBO COM MEDO: POVO JÁ SAIU ÀS RUAS DESTRUINDO CARROS DO JORNAL, APÓS MORTE DE VARGAS

11 de março de 2018 2 Por Redação Urbs Magna
GLOBO COM MEDO: POVO JÁ SAIU ÀS RUAS DESTRUINDO CARROS DO JORNAL, APÓS MORTE DE VARGAS

Getúlio Vargas criou a Petrobras em 1953 com a campanha “O Petróleo é nosso”, o que desagradou o empresariado brasileiro que não queria uma empresa Estatal. Outro ato populista foi o aumento do salário mínimo em 100%. Bastou para o início de uma campanha de oposição a Vargas.

Neste ínterim, ocorreu o “Atentado da Rua Tonelero” contra seu principal opositor, o jornalista Carlos Lacerda. Seu segurança, um Major da Aeronáutica, morreu. Lacerda sofreu apenas um ferimento no pé. O homem de confiança de Vargas, o “Anjo Negro” (Gregório Fortunato), assumiu que participou da ação, o que colocou Vargas na situação de mandante, mas nunca provado por diversas incoerências.

Devido a morte de um militar as forças armadas se uniram aos opositores políticos de Vargas com uma campanha forte buscando sua renúncia. Mas Vargas dá outro rumo à História. Seus opositores já comemoravam sua renúncia quando o presidente eleito desferiu um tiro no peito que atingiu seu coração. Ele que já havia dito que não sairia do Palácio do Catete vivo, cumpre a promessa e “sai da vida para entrar na História”, conforme escreveu na Carta ao povo transcrita abaixo:

“Querem destruir-me a qualquer preço. Tornei-me perigoso aos poderosos do dia e às castas privilegiadas. Velho e cansado, preferi ir prestar contas ao senhor, não de crimes que contrariei ora porque se opunham aos próprios interesses nacionais, ora porque exploravam, impiedosamente, aos pobres e aos humildes. Só Deus sabe das minhas amarguras e sofrimentos. Que o sangue de um inocente sirva para aplacar a ira dos fariseus. […] Tenho lutado mês a mês, dia a dia, hora a hora, resistindo a uma pressão constante, incessante, tudo suportando em silêncio, tudo esquecendo, renunciando a mim mesmo, para defender o povo, que agora se queda desamparado. Nada mais vos posso dar, a não ser meu sangue. Se as aves de rapina querem o sangue de alguém, querem continuar sugando o povo brasileiro, eu ofereço em holocausto a minha vida. […]”

As rádios passaram a anunciar a morte de Vargas e a lerem a “carta testamento” constantemente, insuflando na população um desejo de vingança pela morte do “Pai do Povo”, contra aqueles que provocaram o ato “heroico” de Vargas. Assim a população sai às ruas quebrando e destruindo carros do Jornal O Globo e invadiram a sede do Jornal Tribuna da Imprensa.

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