‘Dilma deveria ter rompido relações com EUA, após espionagem na Petrobras’, diz ex-presidenciável – continuaríamos sendo um Brasil próspero, feliz e cada vez mais soberano

03/02/2018 3 Por Redação Urbs Magna
‘Dilma deveria ter rompido relações com EUA, após espionagem na Petrobras’, diz ex-presidenciável – continuaríamos sendo um Brasil próspero, feliz e cada vez mais soberano
nildo Ouriques

Última atualização em 09/03/2019 – ET URBS MAGNA

Nildo Ouriques foi um dos quatro pré-candidatos a presidente da República do PSOL nas eleições passadas. Ele, que também é economista e professor da Universidade Federal de Santa Catarina, afirmou que Dilma Rousseff, quando presidente do Brasil, deveria ter rompido relações diplomáticas com os Estados Unidos, após a espionagem contra seu governo e a Petrobras, denunciada por Edward Snowden (NSA) e Julian Assange (Wikileaks) com cobertura ampla da imprensa na época.

Quando Dilma Rousseff e a Petrobras foram espionadas, a presidenta adiou o encontro com Obama. Mas se eu fosse a Dilma, teria ido à TV, em cadeia nacional, e procunciaria todos os fatos e depois suspenderia as relações com os Estados Unidos forçando-os a esclarecer o motivo de sua visita no noso país”, disse ele.

Segundo Ouriques, a mandatária também errou ao não reagir de forma enérgica ao ser grampeada pelo juiz Sergio Moro. “Se eu fosse grampeado pelo Moro chamaria o ministro da Justiça e ordenaria para atuar com todo o rigor da lei. Aquilo foi uma violência absurda. É claro que o juiz Moro é um operador político”.

O presidenciável também criticou o comportamento de Dilma durante o processo movido contra ela. “Dilma tinha que ter convocado o povo contra o impeachment”.

Nildo Ouriques produz vídeos e realiza palestras pelo país em defesa da soberania, inclusive defendendo uma tese de revolução. Contudo, ele explica que não podemos copiar modelos como a soviética ou a cubana porque segundo ele “…é impossível importar revoluções.”

O professor idealiza que a revolução deve ser cautelosa devendo ter início a partir de sua vitória nas urnas, após o que o “futuro presidente do Brasil” adotaria referendos populares para as grandes decisões que pudessem afetar toda a população.

O Congresso vai ter que se haver com o povo”, finaliza.

Dino Barsa para o Et Urbs Magna

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