[Vídeo-Bomba] Rede Globo é destruída pelo árabe Al Jazeera diante do Mundo

Assista ao vídeo após sua transcrição abaixo:

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Ao topo da oligarquia da mídia brasileira, encontramos os Marinho, a família mais rica do Brasil e donos da Globo. O conglomerado da Globo tem alcance nacional, da Amazônia, no Norte, até Foz do Iguaçu, no Sul. Seu jornal principal, ‘Jornal Nacional’, é uma instituição da mídia com poder político.

Laurindo Lalo Leal Filho, apresentador do TV Brasil, fala:
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“Foi a Globo que levou milhares e milhares de pessoas às ruas para manifestar contra a Presidente Dilma. Isso é trabalho político, não jornalístico. Ela agiu como um partido político.”

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A  Globo é mais do que uma emissora de TV nacional. Além das suas 122 emissoras afiliadas regionais, ela tem emissoras de rádio e um canal de jornalismo 24h. Ela distribui os canais de outras emissoras em seu próprio satélite, além de ser dona de jornais com quais a empresa começou em 1925.

Tem um ditado famoso no Brasil que resume bem o poder e a influência que a Globo tem hoje: “Se a Globo não mostrou, não aconteceu.”

LLL

“Não há dúvidas que o Jornal Nacional é o jornal de maior qualidade do país. Também é extremamente conservador, tanto politicamente como socialmente. Existe também muitos exemplos de políticos agendando certas decisões e pronunciamentos para que eles aparecessem no Jornal Nacional no mesmo dia. O Jornal Nacional ainda é o veículo nacional com maior poder de mídia, juntamente com poder político.”

Beatriz barbosa, ativista de reforma da mídia, fala:
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“Pense por um momento que somente 50% dos brasileiros têm acesso à internet e que os outros 50% são os mais pobres da população. É fácil entender porque a televisão se tornou a fonte de informação mais importante. A Globo é líder nessa indústria, economicamente e politicamente, não só porque ela é a mais vista e com mais alcance, mas porque tem sido o grupo de mídia mais favorecido pelo estado brasileiro ao longo da história.”

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A Globo e o governo militar que tomou o poder no Brasil no golpe de 1964, tinham uma relação simbiótica: a Globo apoiou o golpe e a ditadura militar até 1985.

LLL“Só precisa ler as manchetes do jornal O Globo nos dias após o golpe. Eles comemoravam a queda do governo constitucional; de um governo eleito. Eles apoiavam o golpe.”

bb“O governo militar deu apoio a um grupo de mídia que estava em crescimento. E eles facilitaram este crescimento em parte ao providenciar fundos públicos e em parte por não impor regulamentos impedindo concentração de poder.”

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Em 2013, quase 30 anos após o fim do regime militar, a Globo pediu desculpas por apoiar o golpe, mas não pela cobertura do regime que seguiu.E foi nesta época de 21 anos que a Globo produziu seu jornalismo mais infame.

Em janeiro de 1984, centenas de milhares de manifestantes foram às ruas de São Paulo exigindo um retorno à democracia.  A Globo não pôde ignorar o caso, mas em vez de relatar os fatos ela disse aos seus espectadores que as imagens que viam eram de uma comemoração dos 430 anos da cidade em mais de 500 solenidades.

Em 1989, durante a primeira eleição nacional em mais de duas décadas, houve um debate entre o candidato preferido da Globo, Fernando Collor, e o candidato da esquerda, Lula da Silva. Mas na verdade, houveram dois debates: um, que realmente aconteceu, e outro, uma versão que a Globo editou extensivamente e transmitiu.

LLL

“A forma em que o debate foi editado foi um dos maiores escândalos da história da televisão brasileira. Só mostrava o melhor do Collor e o pior do Lula. Depois de um tempo, os donos da Globo se cansaram de Collor e fizeram campanha que levou ao impeachment dele.”

Venicio da Lima, Historiador da mídia, fala:

venicio da lima

“Não é só a Globo, também é o caso com todos os outros grupos de mídia mainstream que se alinharam, historicamente, com interesses politicamente conservadores, defendendo o status quo e apoiando os interesses da elite dominante no Brasil. Uma análise do período mostra que eles continuam agindo da mesma forma; representando os mesmos interesses.”

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Foi isso que muitos brasileiros viram no movimento que depôs a Presidente Dilma Rousseff em 2016. A Globo e outros grupos de mídia simpatizantes fizeram campanha para derrubar um governo eleito de forma democrática. Nasceu um movimento alternativo contra os veículos de mídia com agendas políticas. Os repórteres da Globo foram enfrentados nas ruas com acusações de apoiar o golpe. Ao mesmo tempo, se regularizou um termo: os veículos de mídia eram chamados de PIG (Partido da Imprensa Golpista), ou seja, emissoras que apoiavam o golpe de forma politica.

O Al Jazeera entrou em contato com a Globo para que a empresa pudesse responder aos seus críticos. Ela preferiu não. A Globo tem seus concorrentes, todos controlados por familiares ou indivíduos ricos. Porém, a pluralidade em controle de mídia não tem entregado uma pluralidade de pontos de vista. Os donos da mídia no Brasil são, sem exceção, brancos e conservadores. Eles concorrem por audiências mas, em grande partem do mesmo ponto de vista político e social.

Assista ao vídeo:

 

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