Golpistas do impeachment de Dilma caem um a um. Quem é o próximo?

2 de dezembro de 2017 1 Por Redação Urbs Magna
Golpistas do impeachment de Dilma caem um a um. Quem é o próximo?

Só Dilma não roubou? Agora, aquele que foi o presidente da comissão do impeachment está sendo investigado por corrupção. Chupa!

O processo de impeachment contra a presidenta Dilma é um dos maiores (se não o maior) casos de fraude da nossa política dentro da história do país. O impeachment foi claramente manipulado pela direita e suas organizações dentro e fora do país. 
Toda a campanha dos monopólios da imprensa de que o governo do PT seria o mais corrupto da história do país, caiu por terra nos dias após o golpe quando o governo Temer passou a aplicar uma política de ataque brutal aos direitos dos trabalhadores, isso sem falar nos esquemas de corrupção, compra de apoio de parlamentares para aprovação das reformas etc.
No mês passado, em outubro, um episódio escancarou para quem ainda tinha dúvidas a completa fraude que fora o impeachment. A delação do operador financeiro Luiz Funaro revelou que o mesmo pagou cerca de R$ 1 milhão para o então presidente da Câmara no início de 2016, Eduardo Cunha, comprar os votos favoráveis ao afastamento de Dilma Rousseff na casa.

ROGERIO ROSSO

Rogério Rosso (PSD-DF)

Mais recentemente outro caso colocou por água abaixo a tão propagandeada “luta contra a corrupção” feita contra Dilma por parte da direita. O deputado estadual pelo PSD, Rogério Rosso, o qual foi nada mais nada menos do que o relator do processo de impeachment contra Dilma, está sendo investigado por supostamente ter recebido propina proveniente da construção do Estádio Mané Garrincha.

Segundo empresário delator que é investigado pela operação Panetaico da golpista Polícia Federal que investiga a obra do estádio Mané Garricha, Rogério Rosso teria recebido R$ 500 mil de propinas para garantir a exploração de empresas privadas nessa empreitada.

ESTÁDIO MANÉ GARRINCHA

ESTÁDIO MANÉ GARRINCHA

É importante destacar que até o momento nada foi provado contra Dilma, enquanto que todos aqueles que levaram adiante o golpe estão envolvidos totalmente em esquemas de desvio de dinheiro. Fica evidente, portanto, o caráter extremamente arbitrário, golpista e farsesco do impeachment, onde uma presidenta, sem ter cometido qualquer crime, foi afastada por uma quadrilha de criminosos de alto nível.

Tais fatos colocam na ordem do dia a luta contra golpe, além da necessidade de se impulsionar ainda mais a campanha pela anulação do impeachment.

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