Jean Wyllys em carta ao trouxa da ISTOÉ

curtidon

Deputado publica carta ao jornalista da infame revista, que está desaparecido das redes e sob proteção, mas Wyllys, gay assumido, diz que anda livre e sem medo

Difamado, insultado e ameaçado de morte (juntamente com minha família) quase todos os dias desde o primeiro ano de meu primeiro mandato, pelo simples fato de ser gay assumido com orgulho e trabalhar politicamente pelos direitos de minorias sexuais e étnicas – sendo essas ameaças assustadoras mesmo aos olhos do mais experiente dos especialistas em crimes contra vida – eu nunca pedi proteção policial (refiro-me às polícias civil e militar; e só pedi à legislativa no âmbito da Câmara Federal em momentos pontuais e para garantir meu trabalho em paz, contra a investida de fascistas) nem fechei meus perfis no Facebook e no Twitter.

Já o “jornalista” que incitou a morte de Lula na QuantoÉ (digo, IstoÉ), embora o negue, como se fôssemos idiotas e não soubéssemos interpretar texto (Ele repetiu algumas vezes ao longo de seu texto infame: “Lula deve morrer”), já esse sujeito, quando viu sua bolha nas redes sociais ser estourada por reações apaixonadas e até violentas ao seu texto violento e irresponsável, correu para pedir proteção policial e fechou suas contas no Facebook e no Twitter. A extrema-direita e a direita antipetistas querem ter o monopólio da violência e da difamação e se acovardam quando descobrem que o chumbo que disparam pode ricochetear contra elas.

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