Sérgio Moro contra a soberania do Brasil

BRASIL Golpe 2016 operação lava jato POLÍTICA

Via Rubem Gonzalez II

Eu mato o pau e mostro a cobra, doa a quem doer

O Sérgio Moro foi preparado desde o longínquo ano de 2007 para golpear o Brasil, foi quando ele cursou o IVP em Harvard, ou International Visitors Programs, uma mal disfarçada escola primária de agentes para CIA visando trabalhos futuros.

Em 2009 nas barbas das autoridades do Itamaraty ele participa do Bridges Project onde relaciona para os “instrutores”, mal disfarçados agentes da CIA as dificuldades que devem ser superadas para se colocar em prática o plano de erradicação da porta de entrada do Brasil como superpotência.

O intercâmbio continua ativo e o tripé do núcleo da CIA para a deflagração do plano são as cidades de Curitiba, Campo Grande e São Paulo, todos núcleos tucanos onde o juiz tem influência, até porque o seu nome foi sugerido ao depto de estado americano pelo próprio FHC que o nomeou pela janela em 1996.

Em 2012 foi lançado o piloto de todo o golpe no julgamento do mensalão, temia-se uma reação da presidência da república, nesse momento o Joaquim Barbosa que não estava envolvido no golpe, foi apenas um corrupto barato comprado por pouco e instaura na base do “se colar colou” a espúria teoria do domínio do fato.

Nada mais era do que o ovo da serpente sendo chocado em pleno governo petista em pequena escala, para se assegurar da aplicação de outra penalidade à arrepio do CPP brasileiro foi a condenação do Zé Dirceu com o discurso emblemático da Rasa Webber, que o condenava apesar de não ter provas, porém a literatura assim lhe permitia.

Esse parecer, esse relato foi feito por um assessor “ad nutum” nomeado por ela apenas para esse julgamento do mensalão, o juiz convocado para essa tarefa era nada mais nada menos por uma “coincidência” incrível nada mais nada menos do que o Sérgio Moro, tudo isso amplamente noticiado e explícito.

Como a reação do governo “republicano” da sua AGU e do seu ministro rufião foi o silêncio e a aceitação tácita de todo o arbitrário processo o ano de 2013 foi dividido entre o NSA grampeando a todas as autoridades – só do PT – e o processo de desgaste público executado com a participação das ONGs já confortavelmente instaladas por Soros em território nacional.

Esse ano foi o de coleta de dados seletivos, criação de pastas e dossiês e o treinamento de toda a cúpula da equipe da chamada república de Curitiba , que na realidade não passa de uma República Calabar visando destruir as pontes do Brasil se tornar uma superpotência que dividiria a influência americana no continente.

Em 2014 depois de dois anos de inação total – de nenhuma reação do governo brasileiro de Dilma Rousseff apesar até das denúncias do wikileaks e da Russia das ações da CIA e do NSA em território nacional – a jogada mais ousada que foi o lançamento da operação lava – jato que no seu escopo inicial já disse a que vinha quando define cinicamente o ano de 2003 como marco zero da operação.

Depois disso não vou repetir o que já me cansei de escrever, diga-se de passagem desde 2014 quando teve início a farsesca operação, enquanto eu pedia a ação imediata do executivo diante do golpe que representava a operação a presidente cinicamente dizia que “Não iria ficar pedra sobre pedra” , que “Decisão da justiça não se questiona, se cumpre” e o ministro rufião se dividia entre as asas da FAB, a Espanha e as “garçonnieres” que mantinha na capital para abater suas putas.

O resto é história, uma história que psicologicamente foi estudada por anos, foi homeopaticamente aplicada para se testar a reação do governo, foi deflagrada na hora certa ao se ter certeza absoluta que se lidava com um governo incapaz de reagir, tentaram o mesmo na Turquia, mas lá o Erdogan acionou a LSN deles e enfiou 1800 juizes na cadeia e prendeu mais 5000 golpistas.

Aqui foi na base do pato amarelo, na base do rabo entre as pernas com a desculpa que assim é melhor, com corinho de croação valente, de guerreira do povo brasileiro e agora na maior cara de pau, no maior show de pós verdade da new left até para a misoginia se apelou, a fraqueza e a incapacidade de se lidar com uma crise virou um caso de machismo….

Portanto esse foi o produto do golpe, o subproduto disso que é a roubalheira nacional ficou para o seu parceiro brasileiro no golpe que é o PSDB e as migalhas ficariam para o PMDB que apesar de serem os operadores do golpe não passam de empregados remunerados pela tucanalhada sediada em São Paulo e com ramificações no Mato Grosso e Paraná.

Rubem Gonzalez II

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