Temer é o chefe do ‘quadrilhão do PMDB’ desde o governo LULA até os dias atuais

JANOT CONSEGUIU: PROVAS CABAIS SERÃO A CONDENAÇÃO DE TEMER

A nova denúncia apresentada por Rodrigo Janot contra o presidente Michel Temer, Eduardo Cunha, Henrique Alves, Geddel Vieira Lima, Rodrigo Rocha Loures, Eliseu Padilha e Moreira Franco originou-se da complementação da delação de Lúcio Funaro.

Seu depoimento representou o elo para tudo o que já se sabia da cobrança de favorecimentos a grandes empresas por parte do ‘quadrilhão’ do PMDB liderado por Temer quando ainda era o vice de Dilma Rousseff. Se não fosse assim, ela não poderia governar. Tampouco, anteriormente, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

O documento da denúncia começa citando os pedidos a Lula de caminho livre para o PMDB sob a alegação de que “não há como um governo conquistar ampla base política e de ter êxito na aprovação de suas medidas no parlamento. Alianças, negociações e divisão de poder são da essência da política e é dessa forma que usualmente se obtém maioria para governar.”

A peça evolui e toma corpo com a citação dos negócios, recebimentos efetuados, datas, locais e revelação da identidade dos recebedores, bem como documentos que mostram as transferências de valores para o exterior. É um festival de indícios e provas de desvios registrados em contatos telefônicos e mensagens de e-mail contra os acusados que ainda estão soltos Temer, Moreira Franco e Eliseu Padilha. Em outro país, a justiça funcionaria e, muito rápida, trataria de destiuí-los dos cargos e encarcerá-los.

Contudo, inacreditavelmente todos ainda permanecem no poder, apesar de todo o detalhamento da carta denúncia apresentada por Janot, pois absurdamente Temer só pode ser processado por crimes ocorridos no exercício da Presidência. Mas aí entram as gravações de Joesley da JBS como prova de que o ‘quadrilhão do PMDB’ é de fato uma organização criminosa que continuou em atividade mesmo com a ascensão do chefe do bando ao poder, que compravam o silêncio de Funaro e Cunha.

Janot também descreve a interferência de Temer em suposto acordo entre a atual direção da Petrobras e a termelétrica dos Batista buscando vincular com o “escândalo da Petrobras” que lhe permitisse fazer com que Sérgio Moro processasse Joesley Batista e Ricardo Saud. Isso faria o juiz de Curitiba estar prevenido para qualquer ilícito da empresa até o final dos tempos.

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