Um dos melhores monentos da Rio 2016: Jorge Ben Jor na Abertura


          “País Tropical” foi composta pelo cantor e compositor originalmente chamado Jorge Ben. Foi gravada pelo cantor Wilson Simonal em julho de 1969 e lançada no mês seguinte tornando-se seu maior sucesso. Em dezembro daquele ano viriam a versão de Gal Costa no álbum Gal, e a do próprio Jorge Ben Jor no álbum que levava seu nome. Mais tarde, a música viria a receber versões de vários cantores como Daniela Mercury, Maurício Manieri, Ivete Sangalo, Shakira e Claudia Leite.
Na época, Simonal foi levado para um show de Gal Costa, com quem ben Jor estava “ficando”. Quando Gal cantou “País Tropical”, Simonal adorou a música e sabendo que ela iria gravá-la rapidamente, arrastou Jorge Ben Jor para um estúdio onde sua banda o aguardava e praticamente obrigou-o a mostrar a composição. César Camargo Mariano, que fazia parte daquela banda denominada Som Três, bolou na hora um arranjo em cima da reorganização que o próprio Simonal havia feito, retirando estrofes inteiras e incluindo um bis no qual apenas as primeiras sílabas das palavras eram pronunciadas: Mó num pa tropi, abençoá por De, e boni por nature, mas que bele, que bele, tem carná… etc…
Lançada em agosto de 1969, a canção decolou devido ao clima que o regime militar causava no país. 

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Sobre dibarbosa

O autor estudou Letras, Língua Portuguesa, Latim, Grego, Espanhol, na Universidade Federal do Rio de Janeiro, Gestão da Informação na Universidade Federal do Paraná e Geografia no Setor de Ciências da Terra do Centro Politécnico da UFPR. Conhece os Estados de Alagoas, Sergipe, Espírito Santo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, São Paulo, Goiás, Mato Grosso, Paraná, Santa Catarina e Bahia, passagens geográficas que influenciaram decisivamente em sua formação cultural levando-se em conta a grande diversidade étnica brasileira, o que também teve um papel fundamental na consolidação de sua sensibilidade literária. É autor de três livros intitulados "A Urbs Magna", "Teu Olho Direito É Meu" e "Kiosk 25", todos sob o codinome Dino Barsa, além de dezenas de poemas e outros pequenos projetos ainda em construção. Tem a música como hobby e, sendo instrumentista desde o início da adolescência, raramente passa o tempo sem seus instrumentos preferidos: a gaita de boca e o violão. Ainda, é adepto da alimentação com base nos superalimentos em associação com atividades físicas. Tem como costume a prática da empatia como forma de enxergar melhor o vasto mundo em que vivemos. Todos são bem-vindos.

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