Político consciente

Merecimento: a boa razão para a promoção profissional.

DesembargadorNestes novos tempos, onde a hierarquia hereditária tomou conta dos gabinetes públicos, quase não conhecemos mais as histórias de sucesso epilogadas pelo sucesso emergente advindo do trabalho consciencioso e preciso de profissionais que honraram a bandeira que empunharam, representantes fiéis de suas Companhias, durante um bom período de tempo. Mas não é o caso do desembargador Alan Sebastião de Sena Conceição, do Tribunal de Justiça de Goiás, que concedeu uma entrevista ao jornalista Cleomar Almeida, do jornal O Popular, explicando porque recusou os auxílios-moradia e livro – bem como o uso de carro oficial – que lhe são de direito:

“Se tenho moradia própria, qual a razão de receber? Nós já temos um salário razoável, o bastante para vivermos com dignidade. Também não seria justo adquirir livros com o dinheiro do poder público e, depois de aposentar, levar todos como se fossem propriedade privada. Está aí um motivo também de não comprar livros com verba do poder público. Quando assumi, quando fui promovido para o cargo de desembargador, fiz a renúncia do carro de representação, mas sem nenhuma crítica aos que usam isso. Sem nenhuma crítica. Não é nenhum desejo de ser moralista, apenas ser coerente com uma história de vida.”

O magistrado, que se diz contrário à politização do Judiciário, mora perto do trabalho e seu motorista trabalha na secretaria do gabinete. Veio de origem humilde, sendo filho de comerciante e dona de casa. Ingressou na magistratura em 1976 e chegou ao tribunal por merecimento.

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Sobre dibarbosa

O autor estudou Letras, Língua Portuguesa, Latim, Grego, Espanhol, na Universidade Federal do Rio de Janeiro, Gestão da Informação na Universidade Federal do Paraná e Geografia no Setor de Ciências da Terra do Centro Politécnico da UFPR. Conhece os Estados de Alagoas, Sergipe, Espírito Santo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, São Paulo, Goiás, Mato Grosso, Paraná, Santa Catarina e Bahia, passagens geográficas que influenciaram decisivamente em sua formação cultural levando-se em conta a grande diversidade étnica brasileira, o que também teve um papel fundamental na consolidação de sua sensibilidade literária. É autor de três livros intitulados "A Urbs Magna", "Teu Olho Direito É Meu" e "Kiosk 25", todos sob o codinome Dino Barsa, além de dezenas de poemas e outros pequenos projetos ainda em construção. Tem a música como hobby e, sendo instrumentista desde o início da adolescência, raramente passa o tempo sem seus instrumentos preferidos: a gaita de boca e o violão. Ainda, é adepto da alimentação com base nos superalimentos em associação com atividades físicas. Tem como costume a prática da empatia como forma de enxergar melhor o vasto mundo em que vivemos. Todos são bem-vindos.

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