O dinheiro do brasileiro. Quanto você ganha?

22/01/2014 1 Por Redação Urbs Magna
O dinheiro do brasileiro. Quanto você ganha?

 O BraZil é mesmo tão pobre assim?

Esta pirâmide fo divulgada pelo datafolha em 2013 

Este início de ano está sendo marcado pelos rolês de adolescentes em shoppings centers de todo o país, especialmente nas cidades onde o fluxo de idéias e a comunicabilidade tem mais agilidade, como São Paulo e Rio de Janeiro. Com os protestos de junho de 2013 ainda na memória mais imediata, o Brasil está experimentando a convivência com novos perfis de cidadãos que, ainda que não se possam chamar de patriotas, buscam a canalização de toda uma insatisfação com os gestores da nação, a qual parece ter sido herdada de sua genealogia mais próxima.

Mas um colunista da Folha diz que o Brasil evoluiu muito na década que antecedeu Dilma, o que á a mais pura verdade, quando aconteceu uma ascensão das classes D e E para a C. Na época houve um grande aumento de impostos, o que levou à massificação das bolsas sociais e benefícios da previdência. Ele fala que “milhões foram tirados de suas cavernas em uma distribuição de renda forçada, o que, por sua vez, acabou por achatar a classe média devido à maior oferta de empregos, melhores salários e à melhoria da renda geral.” O colunista completa que o  “aumento do crédito acarretou no endividamento das famílias e serviu de mola para o desdobramento do consumo implicando na recolocação social de 40 milhões de brasileiros direto para a classe C, sendo que esta nomenclatura se aplica exclusivamente ao consumo, e dela se exclui o lazer e a educação, apesar de que o acesso à estes dois últimos, inclusive à internet, foram ampliados”. O colunista da Folha completa dizendo que “o bom ritmo dos anos Lula diminuiu à metade sob o governo Roussef” e chamou sua lógica econômica de rudimentar acrescentando que o país ainda é pobre “com empregos mal remunerados” e com um povo ainda das classes mais baixas vivendo em outro patamar, pressionando por mais serviços públicos e mais lazer. Será mesmo que ele,(Fernando Canzian é o nome do homem) têm razão ao dizer que “os ex-excluídos estão do lado de fora, do outro lado da porta da classe média, querendo meter o pé a qualquer momento”? 

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