Rússia quer exportar água de beber

Durante os próximos 17 anos a Rússia poderia começar a exportar água doce, pois tem 10% das reservas mundiais deste recurso, informa o Ministério do Desenvolvimento Econômico da Rússia.

Última atualização: 07/02/2015

A Rússia está em segundo lugar, após o Brasil, na detenção das reservas de água potável.

“No futuro, a Rússia poderá fornecer água potável para zonas com escassez realizando projetos ambientais internacionais de grande escala”, diz um relatório do Ministério russo de Desenvolvimento Econômico, citado pela agência Ria Novosti.

Especialistas russos dizem que seria lucrativo vender água para a China, Oriente Médio e Norte da África.

Para diversificar, as exportações russas também incluiriam frutos silvestres, ervas e bálsamos, assim como frutas secas e castanhas. Em 2012, o petróleo e outras fontes de energia foram responsáveis por 71% das exportações russas.

Em agosto do ano de 2012, o secretário do Conselho de Segurança da Rússia, Nikolai Patrushev, disse que a escassez de água doce no mundo pode se tornar um obstáculo para o crescimento econômico e até mesmo causar guerras.

Fonte: Periodismoalternativo e RT.com

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Sobre dibarbosa

O autor estudou Letras, Língua Portuguesa, Latim, Grego, Espanhol, na Universidade Federal do Rio de Janeiro, Gestão da Informação na Universidade Federal do Paraná e Geografia no Setor de Ciências da Terra do Centro Politécnico da UFPR. Conhece os Estados de Alagoas, Sergipe, Espírito Santo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, São Paulo, Goiás, Mato Grosso, Paraná, Santa Catarina e Bahia, passagens geográficas que influenciaram decisivamente em sua formação cultural levando-se em conta a grande diversidade étnica brasileira, o que também teve um papel fundamental na consolidação de sua sensibilidade literária. É autor de três livros intitulados "A Urbs Magna", "Teu Olho Direito É Meu" e "Kiosk 25", todos sob o codinome Dino Barsa, além de dezenas de poemas e outros pequenos projetos ainda em construção. Tem a música como hobby e, sendo instrumentista desde o início da adolescência, raramente passa o tempo sem seus instrumentos preferidos: a gaita de boca e o violão. Ainda, é adepto da alimentação com base nos superalimentos em associação com atividades físicas. Tem como costume a prática da empatia como forma de enxergar melhor o vasto mundo em que vivemos. Todos são bem-vindos.

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