10 argumentos contra a existência de extraterrestres

17 de março de 2013 4 Por Redação Urbs Magna

Atualizado em setembro de 2016

Você já viu um OVNI (objeto voador não identificado)? Conhece alguém que já avistou um UFO (Unidentified Flying Object)? Com certeza sua resposta será não para as duas perguntas. 

Mas saiba que alguns governos de outros países têm que lidar com esta questão com uma frequência muito acima do que imaginamos. São milhares de vídeos na internet sobre o tema. Ligações para autoridades relatando tais visões são um grande incômodo. Enfim, todos os dias nos meios de comunicação há relatos de avistamentos de OVNIs e “provas” de contatos com civilizações extraterrestres. Para tanto, quando a coisa avança além do controle, a mídia de algumas nações terráqueas se vê obrigada, a pedido dos líderes humanos, a controlar a situação de alguma forma oficial ou oficiosa. E a exemplo disso, a Rússia publicou recentemente uma pesquisa para conter a proliferação da “festa intergalática”,  que tenta fazer com que os “lunáticos” caçadores de naus do além, usem a razão que Deus lhes deu quando criou o universo para melhorar o discernimento na hora da visão científica. 

O Relatório

“Dizem pesquisadores que se olharmos a situação de um ponto de vista lógico, iremos perceber que “discos voadores” e os extraterrestres são logicamente impossíveis de existirem. São dez os argumentos:

  • Primeiro. A estrela (o que seria outro sol) mais próxima do sistema solar está localizada a uma distância de 4,3 anos-luz da Terra. Mesmo que uma aeronave do tipo “disco voador” se mova 20 vezes mais lenta do que a velocidade da luz (o que já é uma marca muito elevada), o voo teria cerca de 90 anos. Por isso, é improvável que estejamos sendo visitados pelas naves de irmãos inteligentes.
  • Segundo. Nosso nível de tecnologia militar de hoje é tanto que objetos espaciais estranhos à nossa compreensão seriam imediatamente destruídos à menor aproximação com a Terra.
  • Terceiro. Se alienígenas realmente existem como uma civilização avançada capaz de viajar de uma distância tão grande como a comentada no item primeiro, não há dúvida que entrariam em contato formal com os humanos. 
  • Quarta. Tanto ouvimos, muitas vezes em toda a nossa vida, sobre uma possível invasão alienígena. Se os alienígenas pudessem voar para a Terra teriam uma tecnologia muito avançada. Neste caso, a Terra teria a sua colónia.
  • Quinto. Nos livros sagrados como a Bíblia ou do Alcorão não se diz nada sobre aliens e Ovnis. Se eles existissem, provavelmente teriam visitado a Terra em tempos antigos. E o mais provável é que eles são apenas um mito.
  • Sexta. Os inúmeros relatos que conhecemos são uma espécie de propaganda. Filmes e produções sobre o tema trazem grandes lucros a seus criadores. Além disso o turismo para a área onde o suposto OVNI foi visto também é lucrativo.
  • Sétimo. A maioria das histórias de encontros com UFOs diferem entre si e fogem a uma perspectiva científica. O famoso psicanalista Carl Jung dedicou a este tópico todo um trabalho argumentativo de que os avistamentos de OVNIs e contatos com extrraterrestres são um tipo de transtorno mental, ficção ou lenda. “Histórias sobre UFOs não são apenas cheias de improbabilidades, mas claramente trazem incompatibilidades gerais sobre as leis da física” – escreve. 
  • Oitava . Não há provas concretas de que os OVNIs tenham sido avistados. Além disso, imagens de UFOs são, muitas vezes, desvendadas da falsidade e relatos de testemunhas oculares ou de encontros com alienígenas são fabricadas.
  • Nona. Na década de 2000 cientistas alemães realizaram uma investigação que revelou que os pilotos de avião que afirmaram ter visto OVNIs foram vítimas de desastres naturais e tiveram a visibilidade prejudicada e, consequentemente, a razão esteve momentaneamente afetada devido à confusão numa situação inusitada.
  • Décimo. Um relatório divulgado na última década pelo Ministério da Defesa da Inglaterra fornece evidências de que os chamados OVNIs são de origem natural. As pessoas realmente vêem objetos, não aeronaves, mas sim efeitos causados pelos “fenômenos físicos, elétricos e magnéticos na atmosfera, mesosfera e ionosfera. Tais fenômenos aparecem em determinadas condições atmosféricas e ocorrem muito raramente, permitindo aos observadores comentários sobre sua singularidade.”  
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